Uma lenda nunca morerá… Mp3 forever

Mp3... ele não faz as suas tarefas de casa. mas é difícil pensar num recurso lançado nos últimos tempos que tenha trazido mais prazer a mais pessoas que ele. E por conta disso o mp3 tem sido acusado de matar a indústria musical???
Royalty free stock images - mp3 - iStockphoto.com_1247630308379
Mas têm fatos importantes que são deixado para trás. Como os grandes erros cometidos por alguns dinossauros nas gravadoras desde o final do Lp ao inicio da musica digital... que pessoalmente acho que a indústria musical não esta sendo assassinada como pensam... mas sim vem num processo de suicídio.

A seguir uma breve historia de como isso teria ocorrido:

No inicio dos anos 80, com a chegada da musica digital primeiramente na forma de CD. A princípio, quase todo mundo estava apavorado com esses pequenos e reluzentes novos brinquedos.
Enquanto as gravadoras só se preocuparam com a pirataria digital e a adaptação das fábricas que produziam LPs de vinil. As lojas de discos não queriam comprar novas prateleiras de exposição. Os produtores se preocupavam com os efeitos nas sessões de gravação, agora que qualquer passo e batida de porta seriam audíveis. Um grupo chamado MAD (Musicians Against Digital – Músicos Contra o Digital) formou-se prontamente, e artistas como Neil Young declararam que os CDs não tinham alma (olha so que tolice).
Os selos (EMI, Sub Pop, Universal...) entraram no meio porque eles poderiam subir os preços. (LPs, na época, eram vendidos por cerca de 9 dólares; a maioria dos CDs custava quase o dobro disso.)

As gravadoras também podiam renegociar contratos com artistas e forçar os consumidores a comprar coleções de discos inteiras novamente.
“O boom do CD durou de 1984 a 2000”, Daí o restante de velhos erros e uma onda de novas realidades começou a martelar a indústria musical por todos os lados.
Uma das primeiras coisas que os selos fizeram de errado, foi a eliminação do single. Isso forçou os jovens a largarem o hábito de visitar lojas de discos com regularidade e forçou-os a comprar um disco inteiro para ter a canção que eles queriam. A curto prazo isso era uma boa prática de comércio. A longo prazo isso provocou animosidade. Foi suicida.
Quando o Napster e outros websites de compartilhamento de música apareceram, o single voltou para se vingar. Em pouco tempo, o MP3 – o termo comumente usado para arquivos de áudio digitalmente comprimidos e facilmente trocados – tivesse substituído o sexo como o termo mais procurado em sites como Yahoo! e google

A indústria musical travou a vinda do Napster. Ao invés de fechar um acordo com o serviço que tinha mais de 26 milhões de usuários, os selos o processaram, forçando-o a fechar. O resultado, foi que os usuários simplesmente se fracionaram, indo para muitos outros sites de compartilhamento de arquivos. “Aquela foi a última chance para a indústria fonográfica que conhecemos livrar-se da ruína certa.”

huhuhuuu ai não tinha mais como segurar os adolescentes, jovens e adultos enfurecidos pelo fim do napster. e eu pessoalmente agradeço as gravadoras terem sido tão tolas... pois foi o descaso delas e a ganancia que geraram... pôs napster
Kazzaa, Lime-wire, I-mesh, Torrent e outros mais ai pela rede.

ai já chegando nos tempos atuais como eu havia mencionado no começo, aparece o Sr. Esteve Jobs com o I-Pod ai não teve mais choro nem vela o compartilhamento de musica digital tornou se infinito e incontrolável. E o que é um ponto muito favorável, nós usuários que usamos a rede mundial de computadores para satisfazer nos musicalmente...
em resultado como clamor de esperança as gravadoras acharam nos últimos anos, algumas novas razões para ter fé. Ringtones tornaram-se um negócio sério. Jogos para computador como Guiar Herói e Rock Band decolaram, e precisam ser alimentados com músicas novas. E sempre haverá a esperança que o quase monopólio da Apple sobre as vendas de música será quebrado por outros mecanismos e serviços, permitindo aos selos pechinchar por uma fatia maior na venda de canções.

é isso ai galera espero que tenha sido conclusivo

os detalhes completos estão no livro de Steven Knopper (Apettite for Self Destruction)

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